Quanto a sua empresa paga por software que ninguém usa
Toda empresa que cresce acumula software. Um sistema aqui, uma licença ali, um serviço que alguém assinou para resolver um problema pontual e ninguém mais cancelou.
O teste dos 12 meses
Pegue o extrato do cartão corporativo dos últimos doze meses e separe tudo que é assinatura. Depois responda três perguntas para cada linha:
- Quem usa isso hoje, com nome e sobrenome?
- O que quebra amanhã se eu cancelar?
- Estou pagando por quantos usuários a mais do que preciso?
Na maioria das empresas que atendo, entre 20% e 40% das assinaturas falham em pelo menos uma dessas perguntas.
O que costuma aparecer
Licença de funcionário que saiu e continua sendo cobrada. Dois sistemas que fazem a mesma coisa porque setores diferentes compraram separado. Plano com dez usuários quando a equipe tem quatro.
Cortar custo de tecnologia quase nunca é sobre comprar mais barato. É sobre parar de pagar pelo que não se usa.
Depois do corte vem a parte que dá mais retorno: usar de verdade o que sobrou. Boa parte dos sistemas já pagos faz muito mais do que a empresa usa, e ninguém nunca configurou.