O BuscaFiscal busca as notas de serviço e as notas de entrada dos fornecedores direto do ambiente oficial, de hora em hora, e confere as retenções pelas regras que o seu escritório definiu. O que está fora do esperado aparece marcado, com o valor exato da diferença. E quando é o escritório que emite as notas do cliente, elas saem em lote, direto da planilha, sem ninguém digitar uma por uma no portal.
Ninguém abre o portal. Ninguém resolve captcha. Nada para instalar no escritório.
O certificado A1 é o ativo mais sensível de um escritório contábil, e entregá-lo a um fornecedor é a primeira pergunta de qualquer sócio. Ela merece resposta antes da lista de recursos. Existe também uma diferença técnica que muda tudo aqui: o BuscaFiscal conversa com a API oficial do Sistema Nacional da NFS-e, o canal de distribuição do próprio governo. Não é um robô fingindo ser uma pessoa navegando no portal.
Depende de burlar o captcha e quebra toda vez que o governo muda a tela, o que costuma acontecer justamente no fechamento. E, para funcionar, alguém precisa guardar usuário e senha de portal em algum lugar.
Canal oficial, autenticado com o certificado digital da própria empresa, do jeito que o governo espera. O arquivo que chega é o mesmo que você baixaria pelo portal, assinado, com o mesmo valor.
Você cadastra uma vez a conferência que hoje faz de cabeça: para este código de serviço, estas são as alíquotas esperadas. O sistema calcula o esperado, compara com o que a nota reteve e mostra a diferença, em reais, nota a nota.
Não é construtor de fórmula, é formulário. Você escolhe o código de serviço, o tipo de nota e as alíquotas esperadas. Quando a retenção depende de quem paga, escolhe também o pagador, e aquela regra passa a valer para todos os clientes que prestam serviço para ele.
Foi o resultado de ligar uma única regra numa base já formada. Das quinze notas que ela apontou, treze se explicaram por uma retenção de órgão público, que segue tabela própria. Essa explicação virou uma regra cadastrada, e passou a valer para a carteira inteira sem ninguém precisar lembrar dela de novo. As duas restantes viraram uma pergunta concreta para o cliente, com o valor exato da diferença em mãos.
Quinze notas dentro de 264 mil. Ninguém encontra isso conferindo por amostragem, e ninguém confere 264 mil uma a uma. Na prática, essas notas passariam.
As quinze aparecem em uma tela, com o valor da diferença. Treze são justificadas de uma vez, e sobram duas para tratar com o cliente. O trabalho de uma tarde vira o de um café.
A emissão nasceu de um pedido real. Um BPO financeiro recebia de cada cliente, por mensagem, os dados das notas do mês: nome, CPF, endereço, valor. Depois alguém digitava tudo no portal da prefeitura, nota por nota, copiando campo a campo. Com dezenas de notas por cliente, a tarde inteira ia embora nisso, e cada digitação era uma chance de erro num documento fiscal.
Mensagem no WhatsApp, conferência de olho, portal aberto, um formulário por nota. O pedido se perdia na conversa, e ninguém sabia com certeza o que já tinha sido emitido.
Os dados entram por planilha ou pelo próprio cliente, o sistema valida e completa o endereço pelo CEP, e o escritório seleciona as pendentes e emite todas de uma vez. Cada pedido fica com o número da nota, o PDF e o XML ao lado.
O escritório baixa o modelo, preenche uma nota por linha e importa. Nada é gravado antes de você ver a prévia: o que está pronto, o que tem erro e por quê, e o que parece ter sido lançado duas vezes.
Os pedidos de todos os clientes caem numa fila só, por mês. O escritório marca as pendentes e emite pela API, com a nota assinada pelo certificado da própria empresa, o mesmo que já está guardado para a busca.
O cliente do escritório ganha um login próprio e vê só as empresas que estão vinculadas ao CNPJ dele. Ali ele informa os dados da nota num formulário que funciona no celular, e acompanha se o pedido foi emitido ou recusado, com o motivo.
O único trabalho de configuração é cadastrar a empresa e enviar o arquivo do certificado. O sistema lê titular e validade sozinho, agenda a primeira busca na hora e passa a consultar aquele CNPJ a cada 60 minutos, mesmo com o escritório fechado.
Além das notas de serviço, o sistema captura as notas de entrada que os fornecedores emitem contra o seu cliente, e faz sozinho o passo junto à Sefaz que libera o arquivo completo. Você liga por empresa, com um clique.
O que sai do sistema é o que o escritório precisa entregar. O PDF da nota, tanto o DANFSe do serviço quanto o DANFE da entrada, é gerado pelo próprio sistema a partir do XML, sem depender de serviço de terceiro.
A mesma base que serve para escriturar serve para conversar com o cliente. A aba de resumo mostra o período filtrado em números e em gráfico, sem ninguém montar planilha para isso.
Sem senha compartilhada e sem login genérico. O administrador cadastra a equipe, define o perfil de cada um e desliga o acesso de quem sai, sem apagar o histórico do trabalho.
O BuscaFiscal é um sistema na nuvem, acessado pelo navegador, e cada escritório contratante roda em uma instalação separada, em um endereço próprio no formato buscafiscal.seuescritorio.com.br. Não é uma conta dentro de uma base compartilhada com outros escritórios. É a sua instalação, com o seu banco de dados e a sua chave de criptografia.
A captura da NFC-e, o cupom fiscal eletrônico do varejo, ainda não existe no produto. O caminho técnico já está levantado junto ao serviço oficial da SEFAZ, mas nada foi construído até aqui, e enquanto for assim ela não entra na conta de quem contratar hoje. Quando entrar em produção, esta seção deixa de dizer "em breve".
Nenhuma ferramenta cobre tudo, e prometer o que não existe só gera cliente frustrado. Estes são os limites reais de hoje.
O certificado é cifrado assim que chega, com AES-256-GCM, o mesmo padrão usado por bancos. A chave que abre esse arquivo não fica no banco de dados, fica na configuração do servidor: quem copiasse a base não abriria nenhum certificado. Ele nunca é enviado ao navegador nem repassado a terceiros, é usado apenas na memória do servidor, no momento da consulta, para autenticar contra o ambiente oficial do governo. E cada escritório roda em uma instalação separada, com chave própria.
Não, e não é a proposta. Ela separa, de centenas de notas, as poucas que fogem do esperado, e mostra o valor exato da diferença. A decisão continua sendo do contador: cada divergência é justificada ou tratada por uma pessoa, e fica registrado quem fez e por quê.
Não. As regras cobrem o que se repete: código de serviço, tipo de nota e, quando for o caso, um pagador específico. Uma regra de órgão público, por exemplo, vale para todos os clientes que prestam serviço para ele.
Isso indica que a alíquota da regra está errada, e não as notas. Você desativa, corrige e reavalia. E existe o modo que só confere quem reteve, sem cobrar quem não reteve, que é o que evita esse tipo de enxurrada.
O painel avisa com 30 dias de antecedência, em amarelo, e fica vermelho depois de vencido. Quando o cliente renovar, basta enviar o arquivo novo pela mesma tela. Nada mais precisa ser reconfigurado.
Emite NFS-e, a nota de serviço. Os dados entram por planilha, pelo formulário do escritório ou pelo próprio cliente, e o escritório seleciona as pendentes e emite em lote. A nota é assinada com o certificado da própria empresa, o mesmo usado na busca. Emissão de NF-e de mercadoria não existe no produto.
Pode. Ele recebe um login de cliente e vê só as empresas vinculadas a ele. Ali informa os dados da nota, acompanha se foi emitida ou recusada e baixa os XMLs e PDFs das próprias notas. A descrição do serviço vem do cadastro da empresa, então ele não escreve texto livre na nota.
Em dobro não acontece: o sistema trava o pedido durante o envio e, antes de tentar de novo, pergunta ao emissor se a nota já existe. Errada é outra conversa, porque quem decide se a nota pode ser cancelada é a prefeitura. Em Presidente Prudente não há cancelamento pelo emissor, e por isso o sistema avisa quem digita e quem emite antes de a nota sair.
Não. Funciona no navegador. Não há programa para instalar, máquina que precise ficar ligada nem robô rodando no computador de ninguém.
A busca funciona para os municípios que operam no Sistema Nacional da NFS-e. A emissão funciona pelo emissor nacional, nos municípios que aderiram a ele, e pelo emissor municipal de Presidente Prudente. Vale conferir a sua lista de clientes antes de fechar, e isso a gente faz junto.
Não. As notas continuam disponíveis no ambiente nacional e a busca retoma exatamente do ponto onde parou, sem repetir nem pular documento. Uma indisponibilidade passageira atrasa a busca, não faz perder nota.
Não. Um certificado da matriz cobre as filiais da mesma raiz de CNPJ. Basta cadastrar a filial e usar o certificado da matriz.
Cada pessoa entra com o próprio login. O operador trabalha nas notas e nas divergências, mas não mexe em certificado, cadastro de empresa nem regras, que são do administrador. Os pedidos de emissão, que trazem CPF e endereço de consumidor, só aparecem para quem tem a permissão de emissão marcada, inclusive o administrador.
O sistema acompanha os eventos oficiais e marca a nota como cancelada ou substituída, com o motivo. Você não escritura documento que perdeu a validade.
A entrega hoje é por arquivo: ZIP dos XMLs ou planilha em Excel, que é o formato que os sistemas de escrita fiscal importam. Integração automática direta com o sistema contábil não está disponível.
Os XMLs e os dados das notas ficam na sua instalação enquanto durar o contrato, e são seus. No encerramento, os dados são entregues e removidos. O servidor é próprio, no Brasil.
A demonstração é feita no seu cenário, com os municípios e o volume de notas do seu escritório.
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